Músicas da Semana #175

Escolhas dos Bed Legs:

Motörhead

Motörhead – Ace of Spades
Em honra ao Lemmy, “Born to loose, Live to win”.

Canned Heat – On the Road Again
Porque em breve vamos voltar à estrada.

The Cult – Gone
Pela nostalgia apenas isso…

Graveyard – Too much is not enough
Porque está genial…

John Lee Hooke feat. Santana – Chill out
É o mestre! Ainda por cima tem o Santana como bónus.

Escolhas de Cláudia Andrade:

Philip Glass

Semana complicada que precisou da ajuda dos melhores.

Philip Glass – Mad Rush

Moondog – Lament I, “Bird’s Lament”

Max Richter – Infra 5

Arvo Pärt – Tabula Rasa I & II

Wim Mertens – Wound to wound

Escolhas de Hugo Rodrigues:

Julien Baker

Julien Baker – Brittle Boned
Este início de ano está a ser embalado pela bonita e doce voz de Julien Baker e do seu excelente álbum de estreia Sprained Ankle, editado em Outubro do ano passado.

Foxing – Indica
Os meus inícios de ano no que à música diz respeito costumam ser normalmente preenchidos a dar uma olhada por listas de melhores de ano e a tentar escutar bandas que me possam ter passado ao lado. A primeira escolha é um exemplo disto e esta também. Os Foxing editaram um óptimo álbum durante 2015 e a Night Channels tem sido uma das música que mais se destacou até agora.

Nightmare Of You – Dear Scene, I Wish I Were Deaf
Nem só de música “nova” se tem feito os meus dias e o álbum homónimo dos Nightmare Of You tem-me acompanhado muitas vezes na viagem de regresso do trabalho. Escolhi a Dear Scene, I Wish I Were Deaf, mas podia ter escolhido outra qualquer.

Arcade Fire — We Used to Wait
Outra mais antiga e que volta e meia retorna à minha playlist. É uma das três músicas que adoro do The Suburbs.

Brand New – Degausser
And now the storm is coming.

Escolhas de Andreia Vieira da Silva:

Duke-Dumont

Duke Dumont – Ocean Drive
Fartei-me de ouvir isto durante a semana, parece que me prendeu. Nem aprecio muito este género de música, mas este beatzinho à Miami Vice que anda na moda meets uns trejeitos à Michael Jackson fica no ouvido.

Drake – Hotline Bling
Por falar em géneros de música com que não vou muito à bola, aqui fica outro exemplo. Não sei como é que isto foi acontecer. Fui ouvir a música de que toda a gente fala e publica por aí e até gostei.

The Who – Love Reign O’er Me
Um clássico.

Jarryd James – Do You Remember
A música que aparece no anúncio da Netflix. Fui pesquisar e gostei.Também não é um género de música que ouça, mas às vezes calha gostar deste tipo de coisas.

Whitesnake – Here I Go Again
Aquele anúncio da M80 despertou a vontade de ir ouvir Whitesnake.

Escolhas de João Neves:

Capitão Fausto

Capitão Fausto – Música Fria
Que mais dizer? Música a condizer!

Mini Mansons – Freakout
Um bom álbum do ano passado. Rodou esta semana talvez por mesmo inconscientemente existirem momentos em que estamos quase a “passar-nos”.

Beasides – Beyond
…e depois temos sempre aqueles momentos em que colaborar com esta equipa nos dá oportunidade de conhecer verdadeiros tesouros.

Radiohead – Spectre
Penso que foi no dia de Natal que nos deram esta prenda. Não é de todo a melhor música de Radiohead, mas não nos deixa ficar mal e, na minha modesta opinião, é bem mais interessante que a que acabou por ser escolhida para o filme. Esperemos pelo novo álbum que dizem por aí poder ser lançado a qualquer momento!

Pink Floyd – Dogs
Mais um capítulo na minha incursão pela discografia de Pink Floyd de uma ponta à outra e por ordem cronológica. Desta vez Animals, a seguir… The Wall.

Escolhas de Ricardo Almeida:

Buried Inside

Buried Inside – Time as Ideology
O importante é começar o ano em grande. Ora bem: passar o ano sozinho pela primeira vez em, sei lá, 12 anos; quadruplicar a medicação para a tensão arterial, o primeiro sonho do ano ser moralmente condenável (ou não) e meter antigos relacionamentos ao barulho, por duas vezes adormecer a conduzir e acordar em rota de colisão com outro carro. Andar exausto e sem tempo para fazer a única coisa que ainda me vai dando algum gozo, ouvir música. Bem, ao menos existe a possibilidade remota de ir morar para a Graça com uma gaja – calma, é só a minha prima.

WIFE – Heart Is a Far Light
No dia 25, prestes a ter uma overdose de sonhos (aquelas coisas que se comem no natal), voltava de casa da minha avó quando por obra de um qualquer algoritmo divino esta música começou a tocar. Deve ter feito um clique qualquer cá dentro porque desde então tenho-a ouvido todos os dias.

Birds In Row – You, Me and The Violence
Ia dizer como foi o concerto dos Birds in Row mas depois a gerência suspendeu as músicas da semana. Agora também não digo, até porque é feio dizer asneiras.

The Chameleons – A Person Isn’t Safe Anywhere These Days
Estou desconfiado que por estes lados o “álbum do ano”, em 2015, foi mesmo o Script of the Bridge, de 1983. Este ano mostram-me dois discos absolutamente espectaculares, o supracitado, dos The Chameleons, e o From the Lions Mouth, dos The Sound. Não sei se por nesta altura do campeonato me identificar muito com as canções de ambos, se por serem, de facto, gamechangers no meu percurso enquanto escutador de discos, mas a verdade é foram os discos que mais ouvi este ano.

Neurosis – A Season in the Sky
Ainda me estou a habituar à ideia de que vou finalmente ver os Neurosis ao vivo.

Arte-Factos

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