Músicas da Semana #189

Escolhas dos Capitão Fausto:
©The Canadian Press / Darryl Dyck

©The Canadian Press / Darryl Dyck

Neil Young – Old Man
Ele tinha mais ou menos a nossa idade quando fez esta música. É sobre o caseiro da quinta dele. Nós ainda não temos uma, mas se tivermos partilhamos a quinta entre os cinco.

Jorge Palma – Jeremias o Fora-da-Lei
O sabor da água ardente… e o seguir remando contra a maré.

Luís Severo – Ainda é cedo
Este ano tocámos esta com ele. Tanto ele como a canção são do melhor que há.

John Lennon – Isolation
Agora esta lista fica só com cantores a solo. E o John fala sobre estar isolado. Nada mais a acrescentar.

Randy Newman – Dayton, Ohio – 1903
Esta música, para além de muito bonita é também muito relaxante. Fala sobre não ter nada para fazer e eu gostava de poder falar sobre isso também.

Escolhas de Andreia Vieira da Silva:
©Jim Steinfeldt / Michael Ochs Archives / Getty Images

©Jim Steinfeldt / Michael Ochs Archives / Getty Images

Type O Negative – Love You to Death
Fez no passado dia 14 de Abril, 10 anos desde a morte do carismático frontman Peter Steele. Mais que uma boa deixa para revisitar os álbuns de Type O Negative. Entre os meus favoritos, estão “October Rust” e “Bloody Kisses”. Esta faixa em particular, é provavelmente a minha favorita. E digo, provavelmente, porque é difícil escolher uma. Mas a apontar uma que tenha muita rodagem desde que os conheço e me tenha cativado logo de início, é esta.

Devildriver – Daybreak
É o novo single da banda e é um pouco daquilo a que a mesma já nos habituou. Vocais rasgados e uma rajada instrumental. Nada de novo, mas agradável.

Arctic Monkeys – Do Me a Favour
Intemporal.

Caspian – Ríoseco
“Dust & Disquiet”, o mais recente álbum dos Caspian, está qualquer coisa como brilhante. É difícil eleger uma faixa favorita, contudo esta “Ríoseco” cativou-me um pouquinho mais, sem eu saber porquê.

Abbath – Ocean of Wounds
São das últimas confirmações para o VOA 2016 e uma boa aposta. Já era fã do senhor Abbath como líder dos Immortal, e estou a descobrir este projecto. Até agora parece-me bem.

Escolhas de Cláudia Filipe:

the-last-shadow-puppets

The Last Shadow Puppets – Aviation
Ainda não sei bem o que achar sobre o novo disco de The Last Shadow Puppets, mas uma coisa é certa: esta Aviation é já uma das minhas músicas preferidas do ano. Adoro a linha de guitarra e a sinergia com a voz do Alex Turner. É o ponto alto do álbum.

Deftones – Hearts/Wires
Os Deftones voltaram com um novo disco de originais. Quatro anos depois de Koi no Yokan, voltam em grande com Gore. Não há novidade, mas o que importa é que é um bom registo, clássico Deftones.

Explosions in the Sky – Disintegration Anxiety
Os Explosions in the Sky voltaram e vêm ao NOS Primavera Sound apresentar o seu novo álbum. E, para mim, que não consigo desligar o modo fangirl, devo dizer que este é já um dos meus registos preferidos do ano. Nunca desiludem.

Sean Riley & the Slowriders – Dili
2016 está muito bom para a música nacional. Apesar do single Dili já ser conhecido há algum tempo, o álbum homónimo de Sean Riley & the Slowriders está muito consistente.

Sufjan Stevens – Vesuvius
O Sufjan Stevens tocou no Coachella na passada sexta-feira rodeado de luz, cor, balões e uma enorme parafernália de adereços. A setlist foi um sonho: foi buscar ao baú músicas perdidas. Pelo YouTube, no canal oficial do Coachella, pode-se encontrar o registo de Vesuvius ao vivo e só nos faz desejar ter estado lá.

Escolhas de Ricardo Almeida:

#19 The Legendary Tigerman

The Legendary Tigerman – True Love Will Find You In The End (feat. Cibelle)
É triste um músico ter de pedir três vezes para as pessoas lá atrás se calarem um bocadinho. Se fosse noutra altura talvez tivessem voado guitarras e palavrões, mas Paulo Furtado já sabe o que a casa gasta e respondeu da melhor forma, a dar tudo com a selvagem “21st Century Rock ‘n’ Roll” e a olhar nos olhos dos pavões que foram até ao Mercado da Ribeira beber gins.

Old Jerusalem –  A Rose Is A Rose Is A Rose
Apesar de já ter tropeçado neste nome muitas vezes nunca tinha escutado Old Jerusalem. Depois de ler o texto da Vera fiquei curioso e resolvi ouvir. Em boa hora o fiz, porque o disco é mesmo bonito. Tem sido uma óptima companhia.

Arcade Fire – Deep Blue
“Now our lives are changing fast, hope that something pure can last”. Não leio muito porque sou preguiçoso e desorganizado, ainda por cima ‘perco tempo’ a ler livros ou passagens de livros que já li. Não descubro muita música porque não me canso de ouvir os mesmo discos dezenas vezes. Voltar ao The Suburbs foi a melhor decisão das últimas duas semanas.

Bardo Pond – This Time (So Fucked)
Parece que, por mero acaso, marquei férias para os dias do Primavera Sound. O cartaz nem me está a puxar muito, mas voltar ao Porto e ver uns concertos é sempre um excelente plano.

Katatonia – Leaders 
Alguém partilhou uma música deles no fuças e lembrei-me que tenho o The Great Cold Distance esquecido na prateleira. Não me parece que vá durar muito, mas recordar Katatonia ou Cátia Antónia, depois de uns 8 anos sem lhes pegar está a ser giro. Na altura não me tinha apercebido, entre outras coisas, da notória influência de Tool neste disco.

Arte-Factos

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